AMOR INFINITO

D. Inês de Castro e D. Pedro I



Biografia de D. Pedro I
Oitavo rei de Portugal, quarto filho de D. Afonso IV e de Beatriz de Castela.
D. Pedro I nasceu em Coimbra a 8 de Abril de 1320 e morreu em Lisboa a 18 de Janeiro de 1367. Casou em 1328 com a princesa D. Branca de Castela, não se consumando o matrimónio por doença da noiva.
Em 1334 tratou-se de um novo consórcio com a infanta D. Constança, que nasceu em data incerta e morreu em 1345, filha de D. João Manuel, infante de Castela. Tiveram a seguinte descendência: D. Maria; D. Luís, (nasceu em 1344 e morreu uma semana depois; D. Fernando, que herdou a coroa. De uma nobre castelhana, D. Inês de Castro, nascida ao redor de 1325, tendo morrido em Coimbra em 1354, foi sepultada em Alcobaça em 1361, filha de D. Pedro Fernandes de Castro a de D. Aldonça Soares de Valadares, teve os seguintes filhos: D. Afonso (morreu de tenra idade); D. João, D. Dinis e D. Beatriz. De uma Teresa Lourenço, nasceu em 14 de Agosto de 1356 D. João, que veio a ser Mestre de Avis e o primeiro rei da segunda dinastia.
A ligação amorosa entre o infante D. Pedro e Inês de Castro foi imediata o que provocou forte conflito entre D. Afonso IV e seu filho e provocou a morte prematura de Constança Manuel. Temendo o monarca a nefasta influência dos Castros em seu filho, resolveu condenar à morte Inês de Castro, o que provocou a rebelião de D. Pedro contra si. Contudo a paz entre o pai e o filho foi estabelecida em breve e D. Pedro foi associado aos negócios do Estado, ficando-lhe desde logo incumbida uma função, que sempre haveria de andar ligada à sua memória – a de exercer justiça.
Durante o seu reinado evitou guerras e exerceu uma justiça exemplar, sem discriminações, julgando de igual modo nobres e plebeus.
Os documentos coevos e o testemunho de Fernão Lopes definem-nos D. Pedro como justiceiro, generoso, folgazão, amado pelo povo e de grande popularidade. Em relação á sua morte o povo dizia que «ou não havia de ter nascido, ou nunca havia de morrer».



In Portal da História

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